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	<title>Dialetto Comunicação Estratégica &#187; jamile sabatini marques</title>
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	<description>Comunicação para tecnologia e inovação</description>
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		<title>Fecomércio SC ganha câmara para incentivar interação entre comércio e tecnologia</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Dec 2011 16:15:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Cardoso</dc:creator>
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		<category><![CDATA[câmara de tecnologia]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Santa Catarina tem agora um ambiente para discutir como a tecnologia e a inovação estão impactando a atividade do comércio. A iniciativa é da Federação do Comércio do Estado de Santa Catarina, que instalou no dia 8/12 em evento na entidade seis novas câmaras empresariais setoriais, sendo entre elas, a de Tecnologia e Inovação.</p>
<p>Esta câmara tem função consultiva e reúne empresários e representantes de setores interessados em tecnologia e comércio para discutir propostas, parcerias, desenvolvimento de projetos e programas consorciados, pesquisas setoriais, entre outros.</p>
<p>A presidência da Câmara de Tecnologia e Inovação da Fecomércio ficará a cargo de Jamile Sabatini Marques, diretora executiva da Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (ACATE) e coordenadora da incubadora MIDI Tecnológico. &#8220;Queremos ser a principal interface de relacionamento entre o setor tecnológico e de inovação de Santa Catarina e todo o comércio, que cada vez mais é impactado pelos avanços que a tecnologia proporciona&#8221;, explica Jamile.</p>
<p>No âmbito da Câmara, diversos temas estarão em debate, como a criação de programas de incentivo à automação comercial e adoção de softwares de gestão empresarial. Os impactos das novas tecnologias para emissão de cupom fiscal, assim como o avanço do comércio eletrônico e da internet neste contexto, serão assuntos em discussão na câmara. Por fim, segundo a presidente da Câmara, a gestão da inovação no comércio deve ser um dos temas que irão permear todas as reuniões.</p>
<p>O evento de lançamento desta câmara e de outras cinco &#8211; Comércio Exterior, Mercado Imobiliário, Comércio Atacadista, Shopping Centers e Supermercados &#8211; será a partir das 14h desta quinta, no auditório da Fecomércio SC, em Florianópolis (SC). Na oportunidade, haverá também uma palestra sobre Gestão e Inteligência Estratégica, com o professor Luiz Fernando da Silva Pinto, da Fundação Getúlio Vargas.</p>
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		<title>Projetos do setor tecnológico catarinense são apresentados para o Governo Federal</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Feb 2011 13:43:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Lóssio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Programas de fomento, investimentos e capacitação de mão de obra do setor tecnológico de Santa Catarina executados pela Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (ACATE) foram apresentados nesta quinta-feira, dia 3 de fevereiro, em Brasília, para representantes do governo federal. A entidade, representada pelo presidente Rui Luiz Gonçalves e pela diretora executiva Jamile Sabatini Marques, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Programas de fomento, investimentos e capacitação de mão de obra do setor tecnológico de Santa Catarina executados pela Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (ACATE) foram apresentados nesta quinta-feira, dia 3 de fevereiro, em Brasília, para representantes do governo federal. A entidade, representada pelo presidente Rui Luiz Gonçalves e pela diretora executiva Jamile Sabatini Marques, foi convidada pelo gabinete da Presidência da República após ter remetido a presidente do Brasil, Dilma Rousseff, correspondência colocando a entidade à disposição para apresentar iniciativas desenvolvidas em Santa Catarina.</p>
<p>Uma audiência com a presidente Dilma para receber a comitiva da ACATE chegou a ser agendada, porém teve que desmarcada por contra de outros compromissos de última hora. O ministro de Ciência e Tecnologia, Aloisio Mercadante, não pode participar das reuniões, porém nas próximas semanas há a expectativa de sua ida a Florianópolis para conhecer o setor.</p>
<p>A presidência agendou reunião no Ministério de Ciência e Tecnologia (MCT) para que a ACATE apresentasse os projetos, bem como demandas para o desenvolvimento das empresas catarinenses de tecnologia. A diretoria foi recepcionada pelo secretário executivo substituto do MCT, Antônio Ibanez Ruiz. O presidente da Associação Brasileira de Empresas de Software (ABES), o catarinense Gérson Schmitt, também acompanhou as reuniões. </p>
<p>No MCT, entre as pautas demandadas, estiveram recursos para programas de capacitação, ampliação de linhas de financiamento para inovação, regulamentação do setor e programas estruturantes para Santa Catarina. </p>
<p><strong>Ampliação do Juro Zero</strong><br />
O programa de financiamento Juro Zero, desenvolvido pela FINEP, órgão de fomento ligado ao MCT, mereceu destaque na reunião com o MCT. Uma reunião na FINEP, no Rio de Janeiro, será agendada para as próximas semanas. Em 2006, a ACATE tornou-se gestora exclusiva em Santa Catarina. De 2007 a 2009, o Estado foi responsável por 31 dos 62 projetos aprovados no Brasil, num montante total de R$ 17 milhões em financiamentos. Uma pesquisa apontou que o faturamento médio das empresas demandantes de recursos aumento em média 50% no período de execução dos projetos, enquanto que a exportação de produtos e serviços teve um crescimento de 101%.</p>
<p>A ACATE acredita que o crescimento das empresas, número de empregos gerados, arrecadação de impostos são argumentos para a reedição do programa no Estado. Já há a sinalização de nova contrapartida do governo estadual. A entidade propôs ao MCT que o programa tenha um orçamento anual de R$ 20 milhões durante os próximos 4 anos, a fim de atender a demanda por projetos inovadores das empresas catarinenses. Como forma de complementar o investimento, a ACATE sugere o destino, via CNPq, de bolsas para mestres e doutores nas empresas proponentes de projetos &#8211; ampliando o acesso de profissionais de alta qualificação no desenvolvimento dos produtos e serviços.</p>
<p><strong>MDIC na agenda</strong><br />
A diretoria da ACATE aproveitou a ida à capital federal para marcar audiência no Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), a fim de buscar projetos e recursos para o desenvolvimento de programas na área de capacitação profissional. Foram apresentados números referentes ao mapeamento de recursos humanos em tecnologia que a entidade está desenvolvendo com o apoio da Prefeitura de Florianópolis. Só na capital catarinense, 112 empresas estão com mais de 500 vagas abertas &#8211; estima-se que este número possa ser de 2 mil vagas, diante do universo de 550 empresas hoje instaladas em Florianópolis.</p>
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		<title>Pesquisa propõe modelo de incubação virtual de empresas de base tecnológica</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 14:00:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Dialetto</dc:creator>
				<category><![CDATA[ACATE]]></category>
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		<category><![CDATA[incubação virtual]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Reproduzir o modelo de sucesso que incubadoras físicas de empresas de base tecnológica oferecem a negócios nascentes para uma proposta de incubação virtual, a distância, foi objeto de uma pesquisa apresentada noMestrado de Gestão em Inovação, da Ecole Nationale Supérieure des Mines – Saint-Etienne. O estudo foi desenvolvido em cima de um modelo a ser implementado no <a href="http://www.miditecnologico.com.br">MIDI Tecnológico</a>, incubadora de Florianópolis administrada pela Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (<a href="http://www.acate.com.br">ACATE</a>) e mantida pelo <a href="http://www.sebrae-sc.com.br">SEBRAE-SC</a>.</p>
<p>Com o título &#8220;Incubação virtual: um estudo para ampliar o apoio às empresas da incubadora MIDI Tecnológico&#8221;, a autora do projeto, a coordenadora do MIDI, Jamile Sabatini Marques, apresentou um modelo de associação virtual que visa atender a crescente demanda de empreendedores em estarem ligados a uma incubadora de referência. Em 2008, o MIDI Tecnológico recebeu o Prêmio Nacional de Empreendedorismo Inovador como a melhor incubadora de base tecnológica do país. </p>
<p>A instituição conta hoje com 15 módulos para incubação na modalidade de residente. Estas empresas recebem apoio e suporte técnico e gerencial no início e durante as etapas de desenvolvimento dos seus negócios, em um ambiente de colaboração de ideias e parcerias. Durante o ano todo, mantém seu processo seletivo em aberto. &#8220;Quando abrimos uma vaga para incubação nas nossas instalações, temos sempre uns dez empreendimentos a serem avaliados e selecionados&#8221;, aponta Jamile.</p>
<p>A proposta de incubação virtual presente na dissertação procurou encontrar uma solução viável e de qualidade para atender a demanda reprimida. Levou em conta outras experiências que o próprio MIDI já teve na modalidade virtual, com dificuldades na gestão e em buscar o comprometimento das empresas. Em 2005, o projeto foi abortado diante da falta de mecanismos e ferramentas para dar apoio efetivo aos negócios incubados virtualmente &#8211; problema este que a dissertação desenvolvida pela coordenadora do MIDI se propôs a estudar e apresentar nova solução. </p>
<p>Recentemente foi retomado diante da crescente procura pela incubadora, que apresenta hoje índices de 93% de sucesso entre empresas graduadas &#8211; as que já saíram do ambiente de incubação. Entre as ferramentas que estão em implementação para viabilizar e fomentar o modelo de incubação virtual estão o desenvolvimento de um portal corporativo e colaborativo, além da implantação de um sistema integrado de gestão, que pretende dar apoio aos negócios ligados a incubadora nesta modalidade. &#8220;Queremos por meio da incubação virtual expandir com sustentabilidade e consistência nossas ações em benefício do empreendedorismo e do desenvolvimento local, missão da nossa incubadora&#8221;, aposta Jamile.</p>
<p>Entre as iniciativas relacionadas à incubação virtual, destaca-se duas parcerias que o MIDI está desenvolvendo com fundos de investimento para que empresas investidas tenham direito a vagas na incubadora na modalidade virtual, dando todo o apoio e acesso do negócio às consultorias que a incubadora oferece.</p>
<p><strong>Sobre o MIDI Tecnológico</strong></p>
<p>Criada em agosto de 1998, a incubadora MIDI Tecnológico, de Florianópolis, já graduou 42 empresas e possui 15 incubadas residentes e quatro virtuais. O MIDI foi eleito, em 2008, a melhor incubadora de base tecnológica do Brasil pelo Prêmio Nacional de Empreendedorismo Inovador, promovido pela Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (ANPROTEC). É mantido pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Santa Catarina (SEBRAE-SC) e administrado pela Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (ACATE).</p>
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		<title>Coreanos conhecem polo tecnológico de Florianópolis</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Jan 2010 23:47:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Dialetto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Conhecer algumas empresas do polo tecnológico de Florianópolis com potencial de desenvolvimento de parcerias globais entre elas e empresas coreanas. Este foi o objetivo do encontro entre representantes da Câmara de Comércio e Indústria Brasil Coreia (CCIBK) e da Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (ACATE), na última semana. A comitiva coreana foi liderada pelo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Conhecer algumas empresas do polo tecnológico de Florianópolis com potencial de desenvolvimento de parcerias globais entre elas e empresas coreanas. Este foi o objetivo do encontro entre representantes da Câmara de Comércio e Indústria Brasil Coreia (CCIBK) e da Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (ACATE), na última semana. A comitiva coreana foi liderada pelo presidente da CCIBK, Hong Soon Kang, e pelo diretor de Relação Internacional, Jong Woo Sim, com o acompanhamento da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico Sustentável, representada pelo gerente de Desenvolvimento de C&#038;T&#038;I, Alexandre de Sena.</p>
<p>Algumas empresas associadas apresentaram suas soluções e projetos com interesse em estreitar parcerias e relacionamento com empresas coreanas. Foi o caso da Palmsoft, representado pelo diretor Dennis Kerr Coelho, e da NPU, por meio da diretora Maristela Paes Leme. Além disso, o grupo coreano conheceu três verticais de empresas de tecnologia que a ACATE está criando, com o objetivo de fomentar negócios em determinados setores. Norberto Dias, diretor da Cianet e da vertical de Telecomunicações, Iomani Engelmann, diretor da Pixeon e coordenador da Vertical de Saúde e Thiago Rodrigues, representante da Segware e da Vertical de Segurança Eletrônica, fizeram apresentações dos perfis das associadas e também de suas respectivas empresas.</p>
<p>A diretora executiva da ACATE, Jamile Sabatini Marques, e o consultor de Internacionalização Ivan Boeing, apresentaram os objetivos da Associação e as recentes ações na formação de verticais de empresas e de internacionalização. Após as apresentações dos catarinenses, os coreanos demonstraram interesse em alguns segmentos apresentados pelas empresas. Além disso, apresentaram a intenção de formar um grupo de empresas brasileiras para uma missão a Coreia do Sul e China, para conhecer o mercado destes países e identificar potenciais parcerias. Segundo o diretor de Relação Internacional, Jong Woo Sim, há uma série de barreiras a serem transpostas para os negócios entre os dois países. &#8220;O mercado brasileiro é de grande interesse para empresas coreanas &#8211; temos aqui empresas como a Samsung, Hyundai. Mas ainda temos algumas barreiras que tem dificultado, como o domínio de idiomas, além da cultura, bastante distinta&#8221;, explicou Jong.</p>
<p>Atualmente, são 46 empresas coreanas no mercado brasileiro que chegaram ao país nos últimos dez anos. No geral, são grandes empresas como as citadas por Jong em sua apresentação. Ainda há dificuldades de atrair empresas de pequeno e médio porte para desenvolver parcerias com companhias brasileiras &#8211; a missão ao país oriental tem também o objetivo de aproximar estes grupos, pensando em negócios por meio de joint-ventures, contratos de importação e exportação, entre outras modalidades. </p>
<p>O Governo do Estado de Santa Catarina está apoiando esta missão brasileira a Coreia do Sul, que deve acontecer em abril deste ano. Mais detalhes sobre como as empresas catarinenses podem participar serão apresentados nos próximos dias.</p>
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